A diversidade biológica da Guiné-Bissau valorizada através de uma exposição,
Devido riqueza à excepcional dos seus recursos naturais e a diversidade do seu ecossistema, a Guiné-Bissau passa na África Ocidental para verdadeiro santuário ecológico. Tal riqueza merece melhor ser conhecido para ser valorizado, para além das fronteiras nacionais e regionais. É em todo caso A oportunidade que se oferece actualmente à Guiné-Bissau cuja diversidade biológica será a honra e a ocasião da exposição marcando o Ano internacional da biodiversidade e cujo a inauguração foi no dia 25 de Janeiro de 2010, na sede de UNESCO, em Paris. A manifestação desenrolou-se na presença do Primeiro-ministro da Guiné-Bissau, da DG de UNESCO e da DG de l' UICN.
APRESENTAÇÃO DA EXPOSIÇÃO
Diz-se a África pobre… As fotografias apresentadas aqui, saídas de uma reportagem efectuada junto das comunidades que vivem nas Áreas Protegidas da Guiné-Bissau, mostram outra imagem, de outros rostos da África: uma África rica e feliz onde a qualidade da vida e a soberania alimentar é assegurada pela biodiversidade. Independentemente das dificuldades encontradas por estas comunidades, pobreza, conflitos, mudanças climáticas, guardarão a possibilidade de alimentar-se de maneira equilibrada, tratar-se, vestir-se e habitar-se, desenvolver do artesanato, das criações artísticas, e manter cosmogonias vivas graças à biodiversidade. À esta diversidade biológica responde uma grande diversidade cultural: no olhar dos personagens inscreve-se a relação íntima que une-o à sua terra. São estas mesmas comunidades que conservaram até aos nossos dias meios naturais, paisagens e recursos vivos e variados. O conjunto que compõe uma contribuição preciosa para o Património da humanidade, que convém tornar justiça. Os mecanismos tradicionais de conservação da biodiversidade na Guiné-Bissau são postos ao mal por pressões exógenas sempre mais fortes. Foram reforçados pela criação de uma rede de áreas protegidas que cobre 12% do território nacional, e 35% se acrescenta a Reserva de biosfera do ARQUIPÉLAGO DO BIJAGÓS, justificando assim o slogan “a Guiné-Bissau, TERRA DA BIODIVERSIDADE”.
A exposição apresentada aqui é apoiada pelo Governo da Guiné-Bissau, pela ONG nacional Tiniguena, o UICN, pela WWF, o FIBA, Wetlands Internacional e CBD-Habitat agrupados no Programa Regional de Conservação da zona Costeira e Marinha na África do Oeste (PRCM).
Baixe aqui A exposição através desta reportagem fotográfica comanditada por o Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas da Guiné-Bissau (IBAP).